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Processo Nº 230/2007
aos 29 de Outubro de 2010 (sexta-feira)
Senhor José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa:
De mim, em consciência, tenho sido a clarificar; ordenar o entendimento, comunicar ideias por bem, para, de maneira fácil abrir o seu entender, para o cumprimento efectivo dos princípios balizados.
Tenho sido por palavras, palavras que aprendi a conjugar pela contradita, de ser sido de menor considerado durante parte de minha Vida, domesticado a criatura pacífica, embrutecido por tutores que tomaram a cargo a superintendência geral, pela força.
Preceitos, f´rmulas, instrumentos de uso irracional, de mau uso a eles dados; têm sido grilhões a perpetuar a menoridade do menor.
O que verdadeiramente aconteceu: - a não merecer louvor!!!
O entendimento não erra, a vontade não é a delinquir; como se, por entender o mal fosse crime, como se a firmeza de carácter, viesse a cometer falta.
Sei que amo por amor; aos que são os meus, como Homem, de mim mesmo a pensar; como há outros, que não chegam; a poder comparar.
De, entre alguns, mediante a transformação do meu espírito, se para tal continuar a haver mais liberdade; arranquei-me à menoridade, iniciei-me em andamento seguro, racional por valores a que me sujeito, a ter, a fixar, toda a luz de fronte.
Com efeito, haverá um qualquer, a pensar por si, sendo sinaleiro do seu próprio destino, a dominar pela virtude, aconchegando o sentir, desfraldando a Verdade; que será sábio na hora da palestra, sem necessidade de mais meditação.
Há força de maior, de arrojar de si o jugo da menoridade; julgará como lhe parece bem, sem ser intimidado por verborreia sibilina fermentada, sem ter de se restringir a manhosices velhas, ou ter de ouvir; sábios sem saber, para além, para fora das palas a lado.
O senhor é um gatuno, um corrupto, de uma organização mafiosa, que sendo-o; dá cobertura institucional àqueles grandessíssimos filhos da puta, que tão grande mal fizeram à minha Família.
“Tão ladrão é o que vai à horta, como o que fica à porta“.
Pagará pelos crimes que ousou praticar por desprezo da “causa humana“, crimes que cometeu em nome pessoal, já quando a função é um atavio, um mero acessório a engalanar. Portugal, é pertença de Portugueses, dos verdadeiros e não de um bando facínoras a malfeitores - a começar por si...
FAMÍLIA, HONRA, DIGNIDADE.
(em memória do meu Pai, da minha Mãe e da minha Tia)
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José Gonçalves
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