quarta-feira, 24 de março de 2010

A VERDADE NÃO PRESCREVE!!! ( 934 )

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Processo Nº 230/2007

aos 24 de Março de 2010 (quarta-feira)

Senhor --- José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa

Retrospectivamente a História conspurcada a tentar fazer jus a luzidios “indivíduos”, continua a iluminar os trilhos por onde passaram criminosos, gatunos, trafulhas, corruptos, traidores da Pátria, todos mergulhados num guião esquizofrénico de terem poder e vasto património, continuam a edificar cenas do mesmo género; para eles a História, confunde-se com, em interesses pessoais, e, para longe é atirada a realidade escondida na História.

Esses “indivíduos“, foram os bem sucedidos neste país, trilham o caminho que escolheram e que os atende em primazia, vivem desafogadamente uma vida associada à riqueza, que ocorre pelas linhas traçadas a contento, deambulam de um lado para o outro, sempre com largo sorriso na face, ou em repouso nos intervalos.

“Outros” sucedâneos, “indivíduos”, são autistas com arrogância e de entre os sinais que deixam transparecer, são sérios avisos à navegação, apesar de navegarem em mar estéril.

O poder, usado de forma abusiva, contra todas as regras de bom-senso humanista, estimulam-lhe o ego, que no limite agem compulsivamente, seguros que têm o apoio fornecido pelas “amplas liberdades”, do compadrio instalado, da justiça inerte, do apoio partidário e até do inter partidarismo .
Os princípios da gestão governativa, são torpedeados sucessivamente, sempre em crescendo e dele fazem paródia. O conceito de haver uma réstia de “democracia“, perdeu o rumo, se é que alguma vez se pode chamar democracia a este antro apalhaçado e pejado de imbecis, auto intitulados de políticos.

A memória do sofrimento, é dinâmica, vive-se, desfruta-se, não pela escolha, mas sim pelo “sentir”, cheia de equimoses, fadigas por tê-la, pela escolha não requerida, que resulta de práticas abomináveis executadas pelos filhos da puta.
Não há especulações teatrais, nem ensaio para romance de cordel, há sim uma consequência necessária pela consciência de liberdade futura.

A sua liberdade individual, nos limites do inconcebível por ausência de controle, comportamentalmente abjecta no sentido mais elementar da condição humana, tem-lhe permitido coarctar o direito que me assiste, discriminando à lá carte, abusando dessa mesma liberdade para impor a força do mais forte, diminuindo a minha liberdade, ao ponto de ser um escravo da sua vontade, que não é legítima.
Não gosto, nem um pouco, de todos os filhos da puta, que fizeram mal à minha Família.
Senhor José Carvalho Pinto de Sousa, por tudo o que me confere maior valor na Vida, a minha Família - quero que vá à merda, conjuntamente com essa corja de bandidos, os tais “indivíduos democráticos “.

FAMÍLIA, HONRA, DIGNIDADE.
(em memória do meu Pai, da minha Mãe e da minha Tia)

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J. Gonçalves
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