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Processo Nº 230/2007
aos 22 de Março de 2010 (segunda-feira)
Senhor --- José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa
Vendo bem, os meus escritos, apenas e só são escriturados por necessidade, de trazer de volta a Verdade, o ser de Razão, os “valores” reféns.
Que uns dias se “fazem à vida“, mais “ adjectivados “, outros nem tanto.
O apodo está presente, assentando como uma luva de pelica, aos indiciados.
Não há intenção de filosofar, de tratar a literatura com enlevo, de produzir frases sintomáticas e bem enquadradas no texto, ou até de indiciar algo mais em termos literários, futuros.
Pelo produzido não espero elogio, nem aspiro de poder ver uma lombada com folhas de permeio, com um apelativo título.
Os meus escritos, surgiram pela necessidade forte, premente, no corolário antigo, de acontecimento grave - a doença e morte da minha Tia.
De ser um humilde aprendiz de escriba, não me coibi de encetar esta série de escritos dirigidos à sua pessoa , de tam bém ser o chefe do executivo.
Os meus escritos são definidos para Honrar, Dignificar, em nome de uma superior concepção - Amor pela minha Família.
Os meus escritos, com os quais procurei definir-me no tempo, exercido em administração própria, são feitos de encomenda dentro do meu “sentir“, têm seguido o caminho justo, para os quais tive de recrutar vocação por necessidade, sem nunca me distanciar do cerne da questão - a minha Família.
Os meus escritos, apesar de algumas divagações parcelares, ao quotidiano novelesco, onde tem o privilégio de actor principal, sempre tiveram o qualificativo primordial, nunca perderam a afinidade que têm subjacente à ideia imutável, consubstanciado na minha causa Familiar, de a ter sempre assumido.
Outrossim, passados mais de três anos, afeiçoei-me à tendência de colocar de forma estável directamente para a sua caixa de correio electrónico a minha personalidade enquanto Homem com Família, sem engodo sensacionalista, ou invocando mentira forjada.
Não tem paralelismo ao vocábulo, nem outro tanto, cede ao proteccionismo, o que na pra´tica significa; parcialidade, tendência crónica, compadrio partidário, para com aqueles que já têm muito privilégio, que advém directamente de serem criminosos, esses mesmos, que auto intitulados de políticos, levaram a a efeito “a grande filha da putice” contra a minha Família.
Basta!!! Basta de tanta pulhice!!!
Vá à merda…
FAMÍLIA, HONRA, DIGNIDADE.
(em memória do meu Pai, da minha Mãe e da minha Tia)
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J. Gonçalves
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