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Processo Nº 230/2007
aos 16 de Março de 2010 (terça-feira)
Senhor --- José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa
Esta é a questão; tudo ficou pendurado no “axioma” que diziam ser dourado!!!
A esquisofrenia dos ratos sábios apontava para a necessidade urgente(!!!) de que com o dogma ideológico que transportavam no alforges, tinham de transformar o País numa outra espécie de “novo”.
Repare nas “fotografias” do nosso quotidiano em marcha de caranguejo, uma para a frente, duas para trás, são reveladoras do tipo de indivíduos que acederam ao poder e do “sistema“ que aqui implantaram.
A barbárie, o direito de conteúdo variável, a subjectividade dos interesses pessoais que estão engrenadas num eixo do mal, ressabiados com os que opinam de contrário, pela razão certeira - persistem e tem marcado o ritmo das últimas décadas.
Do cercear provocatório, de obrigar pela patranha, de decidirem sem acordo dos interessados, a seita depois da abominação com autoritarismo, da purga sempre em curso, continuam a não revelar arrependimento.
De não terem olho como almas de cântaro, para os que tinham esperança de não “malharem” sobre eles.
Passearam de braço dado com a “utopia“, de a acolherem no regaço, amamentaram-na com ideologias esquerdizantes, tomando delas o pior, por ignorância, fanatismo e maldade, tão grandes, tão grandes que nos amarfanharam, a todos, por décadas.
Sendo que o fim deste amarfanho, das teses estuporadas que penalizam os de sem poder - ainda não está à vista!!!
Deram significado de que a utopia gerava boas mudanças em réplicas sucessivas de de desenvolvimento perene com esse “sistema comuno socialista. A confiança estava em alta, tanta, que até no livro mor, vulgo constituição foi aposta uma menção, de que esta “ilusão terrena” caminhava rumo ao socialismo, que seria “democrático”. Qual jardim do Éden coalhado de rosas e cravos, delicadamente impregnados com pingos de orvalho da noite, nas folhas e nas flores, a fazerem de caleidoscópio pelo sol da manhã.
A realidade, é bem triste, por sinal, de muita má memória, que está inchada pelo passar do tempo, mas que tem exigência de o erro ter de ser emendado.
Pela minha Família, nunca irei baixar os meus braços, nem inclinar a espinha, a cabeça, de também não me coibir de dizer o que de mais profundo está na minha alma, sem pezinhos de lã, quando refiro os filhos da puta que arquitectaram “a grande filha da putice“.
Senhor José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, vá à merda…
FAMÍLIA, HONRA, DIGNIDADE.
(em memória do meu Pai, da minha Mãe e da minha Tia)
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J. Gonçalves
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