domingo, 14 de março de 2010

A VERDADE NÃO PRESCREVE!!! ( 927 )

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Processo Nº 230/2007

aos 14 de Março de 2010 (domingo)

Senhor --- José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa

Por haver “escritos”, vulgo leis & leis S.A., legislados a pedido dos interessados, que protegem os criminosos neste país do faz de conta, os crimes continuam a ser praticados de forma reiterada - do género vira o disco e toca e mesmo.
De haver um determinado número de indivíduos, verdadeiros facínoras, de pequenez mental, de terem tido acesso ao poder, depois transformado em autoritário, sem limites na tabela. De tomarem como de grande sabedoria, as pra´ticas coercivas, impostas pela força, que sempre penalizam os outros, que nunca eles.
De forma continuada e na ausência de tradição, de não terem bons costumes, quando o berço foi falho, são ao ponto de só produzirem o livre arbítrio com bom partido e, em associação partidária, que é criminosa.

Falam forte, de cima para baixo, proclamam a ciência exacta quando praticaram actos ignóbeis, por concluírem que houve uma necessidade premente na tomada dessa postura, esquecendo-se que as premissas estiveram sempre coladas ao erro que sustentou a tese única.
Na verdade tudo não passa de vulgaridades típicas de criminosos que em defesa própria alardeiam “feitos” que dizem ser de excepcional relevância, que adaptam no quotidiano, às circunstâncias do tempo passado.
Protegem os tachos arrecadados com unhas e dentes, dos quais não deitam faladura.
Escondem o pesado pecúlio arrecadado, com origem de parte incerta, protegem-no da vista alheia, que está fechado a sete chaves, que não está debaixo do colchão no quarto escuro, lá nos fundos.

Senhor José Sócrates de Carvalho Pinto de Sousa, odeio a tirania, a ignorância, a malfeitoria, as lanternas vermelhas da corrupção, o vedetismo, assim como os lobbies de interesse partidário, que determinam desigualdade entre cidadãos, enquanto uns têm a música celestial sempre ligada, outros, os outros permanecem no limbo, esquecidos até à extinção pretendida, sem música nem celeste.
Em lugar ou sítio, por aí, algures, havemos de nos “cruzar”… vou ter os meus pés assentes na terra.

FAMÍLIA, HONRA, DIGNIDADE.
(em memória do meu Pai, da minha Mãe e da minha Tia)
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J. Gonçalves
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