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Processo Nº 230/2007
aos 10 de Março de 2010 (quarta-feira)
Senhor --- José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa
Quando fui gastar um pouco mais as solas dos meus sapatos…
Hoje, de acordo com a minha agenda pessoal, às 15h00 em ponto, entrei no nº 4, sito na rua da Imprensa à Estrela, ( o seu local de trabalho ) à sua procura, que foi em vão.
Nem as senhoras sentadas por detrás da grande secretária, que me atenderam, no faz favor de dizer, sabiam do que quer que fosse a respeito.
Não estava à minha espera, isso é um facto!!!
Ora bem, quem sou eu, de me julgar, para ter tão grande mercê???
Não pertenço ao seu partido, não tenho lobby, nem tenho encosto ao poder!!!
Assim sendo, “não fez caso“, não compareceu, nem enviou mensagem, no entanto tem o meu número de telefone!!!
Continua fugidio onde comprovadamente o uso do poder, não é usado para fazer o Bem, mas para as vantagens privadas de quem o exerce, que é qualificado de assumir particular desejo, para si.
De eu apenas ter sido merecedor de sonoras gargalhadas… as suas, na circunstância!!!
A sua vontade, enquanto detentor do poder, os comandos e regras passam pela satisfação das suas manigâncias, arbitrariamente.
De usar a tirania, em contra-senso aos seus deveres, enquanto chefe do executivo.
Da sua aplicação deixa de existir uma réstia do disfarce, no forçar para obrigar.
Assim tem sido ao longo do tempo, que não o soube aproveitar, para exercer a virtude, nem lutou pela procura do fundamento exarado, que nos levou a ser banidos como um bando de filhos da puta, desde o 25 da silva.
As suas fugas premeditadas, que revelam um execrável desdém, uma indiferença abominável, que da aplicação dessas torpezas, não há-de ter benefício longo.
O meu “sentir” como Homem, em gesto de nobreza, será em legítima defesa, apropriada da Honra e Dignidade, que me assiste ancestralmente, também à minha Família, de ter sido contundentemente humilhada, sacrificada, roubada, desonrada, pelos vis interesses dos criminosos, ( os que praticaram os crimes ) vou fazer fé pela minha vontade, sem mediato ou imediato, que será para dar em resultado de limpar a minha Honra em justo.
FAMÍLIA, HONRA, DIGNIDADE.
(em memória do meu Pai, da minha Mãe e da minha Tia)
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J. Gonçalves
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