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Processo Nº 230/2007
aos 07 de Dezembro de 2009 (segunda-feira)
Senhor José Sócrates!!!
É corriqueiro ouvir dizer aos “iluminados políticos” do burgo, que este país do faz de conta, é afinal um “Estado de Direito“!!!
Se o fosse, estou certo disso, muito naturalmente não existiriam normas, ( as leis & leis SA.. ) ou outros mecanismos que visam proteger os criminosos, corruptos, trafulhas, gatunos, mas também os que detêm o poder e, ainda os que usufruem desse poder por portas enviesadas.
De “direito”, este pobre país nada tem em concreto.
É torto, por via desta pseudo democracia.
A haver um estado de direito, teriam leis com princípio meio e fim, para que a justiça funciona-se, a comunicação social fosse independente e as empresas privadas não fossem assediadas, para financiar o partido.
A haver um estado de direito, todos tínhamos a certeza, o garante da equidade entre todos os cidadãos. Mas pelo contrário subverte, discrimina, interfere na marcha da Vida…
Senhor José Sócrates, o senhor como avalista dos criminoso, quer esconder os seus ( deles ) crimes, os actos ilícitos, para assim evitar a transparência dos crimes, evitando ao mesmo tempo que Verdade possa ser conhecida.
Ora, por essa sua vontade bem expressa, na atitude que tem tomado, pela omissão, torna-se cúmplice desses criminosos.
Faço-me entender???
Olhe que, tão ladrão é aquele que vai à horta, como que fica à porta!!!
O seu regime é corrupto, altamente corrupto, ao discriminar a minha Família!!!
Porque não temos encosto político, nem “lobi” capaz de inverter a causa!!!
Por todas estas “coisinhas” e muitas mais, penso “passar” pelo seu local de trabalho ainda durante este mês, para falar consigo, “olhos nos olhos“, para que me informe das suas razões - contra a minha Família que reiteradamente discrimina.
Avisá-lo-ei com antecedência da minha ida - com o dia e hora aprazados.
Só espero que não fuja às suas obrigações, que não se esconda, ou que não mandate a sua polícia para me tolher o passo e depois prender-me.
(…) daí, tudo é possível.
FAMÍLIA, HONRA, DIGNIDADE.
(em memória do meu Pai, da minha Mãe e da minha Tia)__________
J. Gonçalves
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