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Processo Nº 230/2007
aos 06 de Dezembro de 2009 (domingo)
Senhor José Sócrates!!!
Os meus princípios, a minha Dignidade, não mudam de “exterioridade”, mesmo se por circunstâncias terceiras, passadas, a isso me queiram obrigar, no presente.
É coisa que não aceito, obviamente, não cedo a trafulhices!!!
Alertei-o para meter a mão na consciência, rebuscando valores de civismo, ética, disse-lhe das minhas razões ancestrais, invoquei a Verdade, a Verdade que não prescreve, tudo de forma clara e inequivocamente abrangente.
Entendeu-os na totalidade, dado que nunca pediu ou solicitou qualquer esclarecimento, uma únnica vez, que fosse.
Os avisos, todos sem excepção, foram feitos no tempo certo, reiterados!!!
Daí que deveria ter seguido esses “princípios” de bom senso pragmático que poderiam simplificar a regra, ao determinar o justo contributo para com os gritantes actos da mais pura ignomínia, que a minha Família foi forçada a “aceitar“.
Por sua vontade, permaneceu indisponível todo este tempo de infâmia, sem que tenha alguma vez tivesse justificação justificável, para semelhante idiotice.
Pelo mau exemplo, que vem dos seus camaradas, persistiu em distorcer a realidade dos factos verdadeiros.
Pequenas coisas insignificantes, vistas pela a sua óptica, mas grandes em demasia para quem delas precisava.
Desvalorizou o sofrimento da minha Tia, insultou a minha Família.
Inexoravelmente a cobrança da factura aproxima-se.
FAMÍLIA, HONRA, DIGNIDADE.
(em memória do meu Pai, da minha Mãe e da minha Tia)__________
J. Gonçalves
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