sexta-feira, 26 de março de 2010

A VERDADE NÃO PRESCREVE!!! ( 936 )

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Processo Nº 230/2007

aos 26 de Março de 2010 (sexta-feira)

Senhor --- José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa

O refugo a tentar refulgir à força de golpes baixos, que até se identificam pelo padrão que é antigo, estabelecido pelos fundadores desta comunidade oligárquica, de não se deixar ver, muito menos de se ouvir, perante uma validade ilegal e um direito não estabelecido, por não ter havido senso na transição para assunto diferente.
Porém, assuntos há, que não permitem brincadeiras, nomeadamente a minha Família, os crimes perpetrados, para que a nova sociedade se permitisse ser igualitária, sem verdade de encosto, formatada com “escritos”, vulgo “leis & leis S.A., de ordem eterna.

Porque escrevo!!!
Escrevo neste meu espaço, porque fixo o percurso que realizo por necessidade, no tempo presente, para recuperar a essencialidade da moral, que está degradada sem espoleta para provocar o princípio com dignidade.
Escrevo para que o mistério se abra à razão, que ganhe consciência de que é preciso repor a ordem, que tenha desperte desse seu modo, confuso, baixo e execrável.
O conflito vivido, que é igual, no antigo que já existe, provoca degradação, afixa a injustiça, por sedução do mais forte, que há-de dar origem a novo conflito.
Escrevo para não esquecer, nem provocar entorpecimento mental… por aí.

Nada é mais repugnante que o seu comportamento de tratante acomodado, dotado de grande força, global que lhe permite julgar no arrastar os mais fracos, por ter direito de soberania divina que transcende, de todo, a razão dos injustiçados.
Nesse sentido, sentido com os cinco sentidos, na tristeza do dia-a-dia, o direito da razão inquestionável pela mostra dos factos, será sempre equivalente à demanda pessoal da melhor solução justa, que contrarie a tendência maquiavélica, pela qual se regeu e julgou de ser a melhor realização.

FAMÍLIA, HONRA, DIGNIDADE.
(em memória do meu Pai, da minha Mãe e da minha Tia)

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J. Gonçalves
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