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Processo Nº 230/2007
Santo Antº dos Cavaleiros, aos 21 de Março de 2010 (domingo)
Senhor --- José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa
Vai abarrancar pela feitura de obra defeituosa porque a Boa política não obriga a fazer o Mal, Mal que arriscou fazer, com ideias perversas, de as valorizar pessoalmente para bem-estar dos fiéis amigos, mas que são incompatíveis, inconvenientes, pela moral.
Têm-se pela tabela do trabalho criminoso que herdou, que considera seguro, dominante, ao ponto de os escolher na premissa; de não lhe puderem causar grande inconveniência.
Irremediavelmente mergulhou essas ideias no caldeirão do idear, que decretou como se fossem de ordem eterna, sem que tivesse atenção à separação que existe, entre política e moral.
As já célebres “tiradas” ao intelecto, de estar de “consciência tranquila”, perdem validade a passos largos, já nem as loas são cantadas com a usual impedância laudatória pelos videirinhos de serviço.
Quando a barca começa a meter água, a “rapaziada” corre para terra firme.
Também resulta das escolhas que fez no tempo de reinação; nos primórdios fez a aprendizagem ao verbo, no intermédio, ainda com pequeno ceptro, regalou-se pela certeza, quando monarca, ampliou as “vontades”, no seguimento de padrão, que carrega às costas.
Não há lugar para aceitar serviços, nem ordem de mando, em torno de “ideias” formatadas em ideologia que limitou o transito ao direito ancestral, aferido em sujeição pela força, que politicamente faz uso da injusta de assim puder dominar os mais fracos.
Pessoalmente, no todo, não me considero sujeito aos seu procedimentos, sendo portanto obrigado pelo meu “sentir” procurar a porta que me permita em consciência, voltar a estabelecer o direito, que nunca deveria ter sido entortado.
A “baixeza” não tem outro nome… é simplesmente “baixeza”
Assim considero o seu comportamento de merda, ( pelos meus ) de se ter em extrema “baixeza”, enquanto indivíduo, na indiferença.
FAMÍLIA, HONRA, DIGNIDADE.
(em memória do meu Pai, da minha Mãe e da minha Tia)
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J. Gonçalves
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