domingo, 22 de novembro de 2009

A VERDADE NÃO PRESCREVE!!! ( 838 )

*****

Processo Nº 230/2007

aos 22 de Novembro de 2009 (domingo)

Senhor José Sócrates!!!

Se no princípio do ano de 2007, ( recordo aqui, que comecei a escrever-lhe em 2006/12/28 ) ainda mandou escrever-me umas cartas inócuas como resposta, que nunca foram resposta, nem coisa nenhuma, susceptíveis de terem algum proveito. Foram uma brincadeira de mau gosto, como vim a constatar ao longo do tempo. Foram irresponsáveis e humilhantes . Depois disso, dessas três ou quatro cartas(!!!) que recebi, tem imperado um silêncio absurdo, perverso e ignóbil. O senhor, os seus mangas de alpaca transformaram-se em “omissos caheiros“!!! A culpa é sua, pois, eles, limitam-se a seguir as suas ordens no sentido de nada dizerem ou fazerem!!!
Neste país do faz-de-conta, no seu regime democrático(!!!), quando um “certo” assunto é julgado ( mal ) como inconveniente, fora do pensamento único, logo repetem o gesto de colocar as albrabas do costume em todas as portas, determinando que o assunto é “tabu”, de não merecer qualquer atenção e que deve ser compulsivamente empurrado para limbo.
Errado!!! Mau julgamento, quando pensa que pode manipular a minha Verdade!!!
Identifica o meu assunto como coisa simples; simples de não merecer nenhuma atenção, desprovido de força, uma insensatez da minha parte por incomodá-lo, coxeante e até incapaz de o vencer nos seus tribunais - se isso viesse a acontecer um dia!!!
Eu também sei disso!!!
A justiça inquinada por “escritos” manipulados, defeituosos à nascença, com operadores aconchegados ao poder, é incompatível numa democracia digna desse nome, daí que eu seria sempre, o perdedor certo, o único por sinal.
Eu sei perfeitamente dessa manigância “democrática“!!!
Também sei que nesta sua democracia é normal isso acontecer!!!
Como tal, pelos factos apontados - como espectador das rotinas da justiça, pelas notícias de alguns orgãos da comunicação social - prescindo veementemente desse seu mau tipo de justiça.
Cada vez mais dou preferência à minha Justiça, a Justiça de um Homem que tem nome, princípios e sentido muito forte pela Família.
È da sua inteira responsabilidade, dentro do actual quadro “moral“, inerente à condição humana, o dever que forçosamente tem, de repor a legalidade, o nosso bom-nome, a nossa Honra e Dignidade.
Tome nota da minha Razão!!!
(…) Vou vencê-lo, pela minha Família, no tempo, ao justo!!!

FAMÍLIA, HONRA, DIGNIDADE.
(em memória do meu Pai, da minha Mãe e da minha Tia)
__________
J. Gonçalves
-