*****
Processo Nº 230/2007
aos 26 de Outubro de 2009 (segunda-feira)
Senhor José Sócrates!!!
Se não é um, é outro. Todos os dias os encontro. Evito uns e outros. Não sou obrigado a escutá-los. Todos se julgam vencedores, donos da verdade, convencidos e sempre a tentar convencer quem os queira ouvir, com habitual vaidade, em nojenta e maquiavélica verborreia . Praticam, uns como os outros as manobras necessárias, que lhes trarão rendimento acrescido sem pudor, nem receio do polígrafo. São hábeis manobradores, sempre em frente e para cima, dependendo do que, na circunstância julgarem o que de melhor será na vitória útil. Pelo catálogo, herdado dos arrivistas, justificam quem deve ou não ser presenteado. Uns e outros, têm um adiantamento no que respeita ao pré idealizado que pelos próprios desejos consideram um projecto original e único.
Quem como eu, quando esclarece sobre a Verdade, não pode ser confundido por quem simplesmente pergunta - a Verdade existe??? A dúvida sobre a a qualidade do que é certo, poderia eventualmente colocar-se como dúvida, se não existissem factos a corroborar essa inquestionável Verdade.
O senhor, , senhor José Sócrates, sabe perfeitamente que as minhas afirmações são correctas e facilmente validadas, sem margem para erro. Os crimes que foram praticados contra a minha Família, são verdadeiros, palpáveis pela inenarrável má experiência, mas também pela dor e sofrimento que nos causaram. Se, considera os crimes contra a minha Família, sem vida, enterrados, legitimados por critérios execráveis, se repudia a Verdade, se apologia a Mentira, isso contraria em absoluto o princípio democrático, que amplamente divulgam desde o 25 da silva. No tempo presente quando se refugia na “indiferença” premeditada, fugindo dos incómodos que a Verdade provoca, para “agradar” aos seus camaradas criminosos, sem atender ao mal que provoca na minha Família - o seu comportamento… não é uma medida salutar.
FAMÍLIA, HONRA, DIGNIDADE.
(em memória do meu Pai, da minha Mãe e da minha Tia)
__________
J. Gonçalves
-