quinta-feira, 24 de setembro de 2009

A VERDADE NÃO PRESCREVE!!! ( 796 )

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Processo Nº 230/2007

aos 24 de Setembro de 2009 (quinta-feira)

Senhor chefe do executivo !!!

Nos últimos dias não pude escrever-lhe, não recebeu o meu e-mail diário, por razões pessoais. No entanto, dado aquele que tem sido o seu comportamento abjecto, irracional, estúpido, imbecil, pergunto-me; se iria adiantar alguma coisa, face à permanente discriminação de que tenho sido alvo e objectivamente negligenciado.
Tende a haver-se num totalitarismo evidente e convicto herdado desses grandes filhos da puta, inseridos numa ralé camafonge. Gente essa, que munida de um aparelho de medição “democrático” que de forma explícita e escabrosa aprontou “a-grande-filha-da-puitice” contra a minha Família, “num auto de fé“ esquerdizante.
É a sua apetência indemne, sem qualquer contrabalanço para “princípios” dignificantes da condição humana. Afaga a vingança, aperfeiçoa-a sem repulsa pelos resultados obtidos, isto para não rescindir o “contracto” com os criminosos partidários e não só.
O compadrio é bem presente no “adormecimento” dos crimes, gravíssimos, que os filhos da puta dos seus camaradas levaram a efeito contra a minha Família. Se, se cala, então consente, enquadra-se no mesmo pensamento ideológico, sem questionar; está de acordo com esses filhos da puta, em igualdade magistral.
Tinha por obrigação denunciar os crimes, até porque é o chefe do executivo. Acovarda-se na sua mesquinhez, consentânea, proporcionada pela promiscuidade do sistema partidário e não só.
O seu aplauso tem sido vibrante, enérgico, galvanizado pelos resultados obtidos por essa corja de filhos da puta. Legislaram por conivência no sentido de serem impunes face aos crimes que praticaram. Os éditos disso dão fé.
Faz tempo que o demite pela nojeira que tem feito contra a minha Família, por ser incompetente, arrogante de merda, indecoroso para o lugar e função.
As boas acções não as fez, excedeu-se na vileza, julgou-nos pela sua “tabela”, foi a sua vontade e sentir, sem “oferecer” lugar para queixumes. Esta horrível artimanha, que maquinou por malvadez, pelo abuso de poder que é inadmissível, contra a minha Família, terá, obrigatoriamente, de a bem , ou a mal prestar as devidas “contas”. Sempre, obviamente, pela minha Família, pela nossa Honra, Dignidade, pela Razão, pela Verdade, pela minha Vontade, assim terá de ser feito.

FAMÍLIA, HONRA, DIGNIDADE.
(em memória do meu Pai, e da minha Mãe)


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J. Gonçalves

Nota: enviado por e-mail ao Sr 1º Ministro, como diàriamente o tenho feito, desde 2006/12/28, com a minha identificação, ( também dos outros Familiares ) morada e telefone.
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