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Processo Nº 230/2007
aos 14 de Setembro de 2009 (segunda-feira)
Senhor chefe do executivo - a Verdade não prescreve!!!
Desde o golpe de estado - o 25 da silva - ao longo destes últimos trinta e cinco anos, foi sendo incutida na sociedade portuguesa, de forma meticulosa, a falácia que o “sistema” quis implementar, por interesses pessoais e corporativos. O logro foi no sentido de haver democracia, liberdade, etc., slogans, verborreia, divulgados em catadupa que induziram muitos indivíduos, pelo e, no imaginário das “amplas liberdades”. Mas também é certo que houve muitos Portugueses, que sempre questionaram a ilusão, a fantochada, o delírio e a mentira que era “vendida” ao desbarato pelos energúmenos do aleive.
Não é verdade, como se pretende de ser certo, em absoluto, que esta pseudo democracia “aqui domiciliada“, tivesse sido grande virtude, para o bem-estar de todos os Portugueses. Longe disso, para tanto “veja-se” o rumo que o país tomou, o descalabro generalizado, principalmente do “tecido económico”, mas também da justiça, saúde, educação, etc., remete-nos para a incapacidade, imbeciilidade, má-fé desses indivíduos arrivistas e dos ideias nojentos, que aqui despejaram.
A Verdade não pode ser “branqueada” para justificar o injustificável. A Verdade não pode prescrever, só porque os filhos da puta são do partido, ou do “sistema”. Os criminosos não podem ficar ( mais tempo ) impunes, só porque foram feitos uns “escritos” que legislam previamente a sua absolvição. Esta bem patente a protérvia, a nojeira dessa ralé auto denominada de ser - democrática. Que filhos da puta.
A minha vontade em escrever, como posso e sei, é unicamente pela minha Família, onde a Honra e Dignidade, não são palavras vãs. Do seu lado - como chefe do executivo - abusivamente, sente-se “gente grande”, quando emprega a lei do mais forte, contra mim. Como tal excede-se na “omissão”, esconde-se pela covardia de ser corrupto, quando comprovadamente só atende os criminosos do “sistema”. As vítimas, ( a minha Família ) são deixadas no “cemitério do esquecimento”, com impedimento, discriminação, sem informação, da mesma maneira que os filhos da puta dos seus camaradas fizeram.
Mesmo quando consta no vosso “livro mor“, no artigo 37º, Liberdade de expressão e informação, o seguinte:
1) Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.
2)O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura.
3)As infracções cometidas no exercício destes direitos ficam submetidas aos princípios gerais de direito criminal ou do ilícito de mera ordenação social, sendo a sua apreciação respectivamente da competência dos tribunais judiciais ou de entidade administrativa independente, nos termos da lei.
4)A todas as pessoas, singulares ou colectivas, é assegurado, em condições de igualdade e eficácia, o direito de resposta e de rectificação, bem como o direito a indemnização pelos danos sofridos.
FAMÍLIA, HONRA, DIGNIDADE.
(em memória do meu Pai, da minha Mãe e da minha Tia)
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J. Gonçalves
Nota: enviado por e-mail ao Sr chefe do executivo, como diàriamente o tenho feito, desde 2006/12/28, com a minha identificação, ( também dos outros Familiares ) morada e telefone.
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