*****
Processo Nº 230/2007
aos 16 de Outubro de 2009 (sexta-feira)
Senhor José Sócrates!!!
O que escrevo é muito mais do que a minha simples opinião. Não tenho interesse em opinar o que quer que seja e possa servir para sua leitura. Mesmo se o fizesse, o mais que certo, seria não entender.
Como tal, o que escrevo, ou faço por isso, não pode ser considerado, por si, leitura da mesa-de-cabeceira.
Tenho uma manifestação adesão pessoal ao que se crê bom e verdadeiro, quando escrevo.
Deixo de ter “opinião”, isto no sentido “lato” da palavra, mas tenho “juízo“ formado de si, pelo desavergonho que tem usado, interferido, como execrável, na minha Vida e dos “meus”.
Abjectamente ao estilo dos outros filhos da puta, fica bem na galeria fotográfica, pejada de pseudo democratas.
Impudência generalizada, argumentada numa dita representação democrática, sendo que a mesma carece de legitimidade, porque nunca foi sufragada e, ainda de ter sido metida à força por interesses pessoais, ideológicos e partidários.
A prática decisória, duradoira, confunde-se com as vontades daqueles que pelo poder se manifestam como ditadores em regimes democráticos, que usam a terminologia em verborreia, mas esquecem a prática do que dever ser um indivíduo verticalmente democrata.
Esta “democracia“, não passa de ser, um balde muito bonito, cheio de merda(s).
FAMÍLIA, HONRA, DIGNIDADE.
(em memória do meu Pai, da minha Mãe e da minha Tia)
__________
J. Gonçalves
-