sábado, 10 de outubro de 2009

A VERDADE NÃO PRESCREVE!!! ( 808 )

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Processo Nº 230/2007

aos 10 de Outubro de 2009 (sábado)

Senhor José Sócrates!!!

Tenho-me referido amiudadas vezes ao conceito político, aos princípios teóricos pelo qual somos regidos enquanto cidadãos de plenos direitos, desde o 25 da silva. A discriminação de pessoas, pela política como arma de arremesso, foi instaurada objectivamente para abranger todos aqueles que a filosofia “comuno socialista” considerava indignos ou passíveis de serem “arredados” por serem considerados um produto fora de prazo.
Obviamente que a distinção foi fundamentada por “excrescências” tipo humano quando partiram do princípio de que pelo poder, ao qual tinham deitado mão, os constituía únicos, na destrinça, pela necessidade de suprimirem tudo o que não pudesse ser “assimilável” aos seus desígnios, por sinal muito fortes.
Apetrecharam-se de mecanismos susceptíveis de os catapultar para a heroicidade aos olhos daqueles que não faziam distinção entre a Verdade e a Mentira.
Defecaram uma democracia de polichinelo, onde a matriz esquerdizante sempre esteve presente.
Arrogaram-se a proclamar “as amplas liberdades”!!!
Só que nunca disseram que esse tipo de democracia, abolia a liberdade a milhares de portugueses, considerados cidadãos de segunda classe e que estava a ser falseada, como se veio a comprovar e disso faço fé.
São parciais, sectárias pelo crivo da maldade, quando determinaram de ser natural a ignomínia. Distinguem claramente quem pode e deve ter acesso às ditas “amplas liberdades”.
Ora a minha Família pertence ao grupo a quem foi vedado o acesso, às tais liberdades, remetendo-nos para o limbo, atirados borda fora sem mais preocupações. Como seres humanos eram descartáveis, como não “aptos” e não merecedores do “privilégio“.
Os bastardos ilegítimos, os executantes dos crimes, na vileza compatível, tendem a misturar-se sujeitos pela acção e nos efeitos produzidos - como grandes filhos da puta, que o são.

FAMÍLIA, HONRA, DIGNIDADE.
(em memória do meu Pai, da minha Mãe e da minha Tia)

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J. Gonçalves
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