*****
Processo Nº 230/2007
aos 02 de Outubro de 2009 (sexta-feira)
Senhor José Sócrates!!!
Dediquei-me nos últimos dois posts - sobre os quais lhe dei nota, mas que também publiquei no meu blog - a elucidá-lo mais uma vez, fazendo algumas considerações, por sinal poucas, como vítima - sobre um indivíduo, por sinal um grande filho da puta que também é seu camarada e do mesmo partido. Com tempo e sempre que julgue necessário voltarei para escrever sobre essa besta .
As minhas inevitáveis e repetidíssimas considerações, os meus argumentos, não se esgotam só porque as repito dia após dia. Pelo contrário, se sou repetitivo, isso quer dizer que possuo argumentos sólidos, verdadeiros e que devem atingir o objectivo a que me proponho, pela minha Família - desmascarar, os filhos da puta, e que um dia venham comer o pão que o diabo amassou“.
Senhor José Sócrates, a sua função é servir os Cidadãos em geral, as vítimas inocentes em particular, que julgo ser essa, ou similar, a palavra dada quando se “chegou à frente”, pela indigitação de ser - chefe do executivo desta república dita democrática. Parece-me que terá dado a sua “palavra de honra”!!! Se a deu; qual é o valor por si atribuído, à elevação suprema desse sentimento???
Por isso o “aponto” diferenciadamente no “actual estado das coisas”. Se bem se lembra, o começo dos meus escritos, deveu-se à grave doença da minha Tia. Do seu comportamento, guardo e muito bem, a sua decisão contrária à Dignidade Humana, tendo em conta o muito sofrimento que Ela teve de suportar, (também no passado) com tremenda humilhação. (Isso aconteceu por vontade, repito; por vontade dos filhos da puta, quando deram largas à mente doente, com a mais infame maldade.)
A sua função não e´ para cultivar o “espírito da corte”- de que o poder lhe é naturalmente devido, para “na primeira demão” defender os sues desígnios pessoais, assim como os interesses do partido, ou até do “sistema”.
Porque usa e abusa do poder para nos discriminar com humilhação…o confronto será inevitável, a seu tempo.
Não me interessam as pantominices que fez, ou deixou de fazer, abusando da sua função e do poder que deteve noutras ocasiões, ou que ainda detêm, agora. De qualquer maneira as irregularidades que lhe apontam, não são dignas de “alguém” que se prontificou a “bem servir o país”. Se as fez, sairá delas como não culpado, provavelmente, porque a justiça que impera neste país, é “coxa” pela falta de ferramentas adequadas, ou facciosa para “encostos” partidários.
FAMÍLIA, HONRA, DIGNIDADE.
(em memória do meu Pai, da minha Mãe e da minha Tia)
__________
J. Gonçalves
-