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Processo Nº 230/2007
aos 01 de Outubro de 2009 (quinta-feira)
Senhor José Sócrates!!!
«em nome de uma “legitimidade revolucionária”, foram abandonados miseravelmente brancos e pretos no Ultramar, arruinou-se a economia, as estruturas de saúde e do ensino e o Progresso dos países imensos como Angola e Moçambique»
Estou a citar ( excerto ) o general Carlos de Azeredo que foi Chefe da Casa Militar, do filho da puta do Ma´rio Soares ) inserido numa sua publicação intitulada: Trabalhos e dias de um Soldado do Império.
Que direitos teve esses filho da puta de assassinar a minha Família, fisica e psicologicamente??? Que legitimidade, teve esse filho da puta quando “amputou” as nossas Vidas??? Que argumentos poderá invocar em defesa própria pelo mal feito???
Se de facto queria uma verdadeira democracia, então não tinha necessidade de ter cometido o genocídio, as trafulhices, nem ser gatuno, nem traidor da Pátria!!! No entanto cometeu o genocídio, é trafulha, gatuno e traidor Serve-se da actual pseudo democracia, unicamente como “muleta” para os seus interesses pessoais. Os outros, as vítimas, a minha Família, que tiveram de suportar “a-grande-filha-da-putice”, são simplesmente deixados a apodrecer na “berma da estrada”. Porquê??? Porquê???
Além dos crimes desse filho da puta, há no presente, uma clara violação da condição humana, que continua a ser feita com a sua bênção, contra a minha Família. Explicitamente está do lado dos criminosos e contra as vítimas. A Verdade não prescreve, por meros “escritos” legislados no favorecimento pessoal ou partidário dos filhos da puta. Eu, a minha Família, não pudemos continuar a ser espezinhados, humilhados por filhos da puta, altamente criminosos.
Senhor José Sócrates, é a minha Vontade, o meu sentir, o Amor pelos Meus, quando repito; basta de tanta ignomínia contra o nosso bom-nome. Basta!!! Entenda uma coisa dita com sinceridade e sem medos de espécie alguma - Pela minha Família, pela Verdade, eu vou vencer, a bem, ou a mal.
FAMÍLIA, HONRA, DIGNIDADE.
(em memória do meu Pai, da minha Mãe e da minha Tia)
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J. Gonçalves
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